Sartre fala de um paradoxo: nós estamos traindo a nossa condição ontológica, por isso estamos na prisão(é justamente aí que ele fala dos limites do homem em ser um ser social. Sartre procura o tempo todo relativizar este homem e colocá-lo no contexto histórico não em uma condição humana flutuante.
E é justamente nesta frase que ele coloca isso claramente :"Nossa liberdade hoje não é nada mais que a livre escolha de lutar para nos tornarmos livres"
Naquela época, lá estava a segunda Guerra mostrando para ele o que os homens fizeram de sua liberdade, colocaram na prisão outros homens.E assim estava realtivizada a relação de liberdade sem colocar a condição primeira do homem e sua consequente responsabilidade por suas escolhas.
Era sobre isso também que eu queria falar : Sartre não coloca a culpa no homem, mas fala de responsabilidade e na covardia da má fé(quando o homem responsabiliza algo que o determina pelos seus atos).
31 julho 2005
30 julho 2005
As malhas da Liberdade

“Nossa liberdade hoje não é nada mais que a livre escolha de lutar para nos tornarmos livres. E o aspecto paradoxal desta forma,exprime simplesmente, o paradoxo de nossa condição histórica. Não se trata de enjaular meus contemporâneos:eles já estão na jaula”
Jean Paul Sartre
Ele escreveu isso nos anos 60. E isso cabe nesses dias de jaulas invisíveis, de pessoas escrevendo em blogs(muita informação faz perder a razão, quando todo discurso é discurso).
Estamos perdidos, mas não sem ação.
É necessário saber por onde menininha de classe média vai andar, escrevendo masturbações intelectuais para se sentir orgulhosa.
A posição de oráculo da sociedade: A análise da sociedade de bosta!
Liberdadeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee para quem cara pálida?
Para mim?
A arte experimental não é masturbação, não me olhe com a cara de que não está entendendo nada, intua o que seja importante.
22 julho 2005
Momo e o Senhor do Tempo

Lembrei hoje da fantasia,quando percebi que queria muito ver A Fantástica Fábrica de Chocolate!
Mas li certa vez, um livro chamado : Momo e o Senhor do Tempo, do Michael Ende(o mesmo autor de história sem fim) e senti saudade do livro...
Como se sente a saudade de um livro?Também não sei....mas me lembro bem de quando Momo descobre que o tempo são flores!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Tempo são flores brotando e murchando...cada uma com sua vida própria...
19 julho 2005
A Ponte
Não existia explicação para aquilo. Ele sempre fez de sua vida um sentido, mesmo que profano.
Como era ridículo um homem que inspirava horror sentir a febre damorte por cima de um rio.Rio maldito, que tinha todo o tipo de maldade dedicada aos outros.
Ele não era do tipo humanista,nem entendia as razões humanas. Mas nãopoderia negar-se porque sempre que se via na passagem ,gritos tortos mostravam a sua medíocre origem!
I Invenção?Ele dizia que sim, mas a ponte não.
Maldito humano horrorizado. Limitava a sua busca por causa do medo.
O pavor de seus sonhos estava na dita matéria de madeira velha ou aço novo ou chumbo fundido ou tronco mal acabado..A matéria que sustenta a outra não sustentava as sensações. Lá iria ele tentar converter emoções em matéria.
Um pé, um passo rápido. Um pé, um passo torto. Um pé,sem passo.O passo?parado!parado!Isso era uma ofensa...um pé parado!Ele tinha o controle de tudo mas não tinha o controle do passo!
O homem limitado percebeu seu limite.
Já sabia há muito tempo, mas o sustento só seria possível com a mentira.Andava por outros caminhos fazendo seus pés libertos. Escondendo assim aquele outro lado com a trincheira de mentira.
Passou por cima dos passos parados!Por um erro de caminhos a trincheira desaba, farta de um tempoimóvel chegando até mesmo no alívio da falta de sustento.
No erro ele não podia voltar, não por sua conduta formada de homemde controle remoto!!!Ele precisava aprovar o homem de controle remoto que se proclamava.
O passo parado o fazia só sucumbir na triste distância entre o que se dizia e o que era.Mas teimoso ele dança com o medo que lhe dá um beijo na testafingindo uma saída.Insistente, o medo grita em frente a si como num jogo todomacabro e humano.O homem é apenas isso, e só consciente decide a escolha . Ele já finge a sua vida, só basta o medo fingir a ida.
Ele triste, já entendia sua frustração precisando ser encaixada na verdade. Impôs a vida tapada, encostada nos trapos de um medo latente que otransformou no sujeito frágil, diferente do que a vida toda tentara construir.
Os passos mudaram de direção, aceitável para uma alma doente que os outros acusavam de covardia.Como se as belas pessoas abrigassem em seu ventre, o puro amor de um herói destemido.
A vida deu-lhe o medo, e como uma mãe, o filho indesejado ainda sim precisava ser acolhido.Fez-se de forte e fingiu que não tinha passado por ali, tinha feitouma escolha que levaria a vida toda para fingir não ser escolha.
Como era ridículo um homem que inspirava horror sentir a febre damorte por cima de um rio.Rio maldito, que tinha todo o tipo de maldade dedicada aos outros.
Ele não era do tipo humanista,nem entendia as razões humanas. Mas nãopoderia negar-se porque sempre que se via na passagem ,gritos tortos mostravam a sua medíocre origem!
I Invenção?Ele dizia que sim, mas a ponte não.
Maldito humano horrorizado. Limitava a sua busca por causa do medo.
O pavor de seus sonhos estava na dita matéria de madeira velha ou aço novo ou chumbo fundido ou tronco mal acabado..A matéria que sustenta a outra não sustentava as sensações. Lá iria ele tentar converter emoções em matéria.
Um pé, um passo rápido. Um pé, um passo torto. Um pé,sem passo.O passo?parado!parado!Isso era uma ofensa...um pé parado!Ele tinha o controle de tudo mas não tinha o controle do passo!
O homem limitado percebeu seu limite.
Já sabia há muito tempo, mas o sustento só seria possível com a mentira.Andava por outros caminhos fazendo seus pés libertos. Escondendo assim aquele outro lado com a trincheira de mentira.
Passou por cima dos passos parados!Por um erro de caminhos a trincheira desaba, farta de um tempoimóvel chegando até mesmo no alívio da falta de sustento.
No erro ele não podia voltar, não por sua conduta formada de homemde controle remoto!!!Ele precisava aprovar o homem de controle remoto que se proclamava.
O passo parado o fazia só sucumbir na triste distância entre o que se dizia e o que era.Mas teimoso ele dança com o medo que lhe dá um beijo na testafingindo uma saída.Insistente, o medo grita em frente a si como num jogo todomacabro e humano.O homem é apenas isso, e só consciente decide a escolha . Ele já finge a sua vida, só basta o medo fingir a ida.
Ele triste, já entendia sua frustração precisando ser encaixada na verdade. Impôs a vida tapada, encostada nos trapos de um medo latente que otransformou no sujeito frágil, diferente do que a vida toda tentara construir.
Os passos mudaram de direção, aceitável para uma alma doente que os outros acusavam de covardia.Como se as belas pessoas abrigassem em seu ventre, o puro amor de um herói destemido.
A vida deu-lhe o medo, e como uma mãe, o filho indesejado ainda sim precisava ser acolhido.Fez-se de forte e fingiu que não tinha passado por ali, tinha feitouma escolha que levaria a vida toda para fingir não ser escolha.
13 julho 2005
.emprAs singelas/grandes coisas dos pré-socráticos
Todas as coisas únicas ou múltiplas?
A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos?
Sobre a natureza...o homem sendo aTodas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? STodas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihiobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihiAcho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihi medida de todas as coisas ou....
diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!
E é justamente o movimento que possibilita o vazio.
Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.
Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihi
A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos?
Sobre a natureza...o homem sendo aTodas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? STodas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihiobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihiAcho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihi medida de todas as coisas ou....
diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vazio e átomo!!!!!
E é justamente o movimento que possibilita o vazio.
Todas as coisas únicas ou múltiplas?A vida no seu movimento ou achando definições através do Logos? Sobre a natureza...o homem sendo a medida de todas as coisas ou....diria Demócrito: Existe o quente e o frio...experiências do sensível, mas na verdade tudo é vázio e átomo!!!!!E é justamente o movimento que possibilita o vazio.
Acho que escrevo essas coisas para ver o que aprendi no ônibus agora...mas nada é muito lógico nessa minha cabeça de batata-frita!!!!!Tudo fica solto! Mas eu aprendi um pouco...eu acho...Zenão, Demócrito,Heráclito, Parmênides,Leucipo e Empédocles(eu gostei bastante desse)Pelo menos aprendi um monte de nomes!hihihi
01 julho 2005
O Hume assoprou nos meu ouvidos:são possiblidades de uma ficção às vezes injusta.
Sempre formei a vida sem medo das mudanças. Mas é patético como alguém como eu quer mudanças?A pequena burguesinha que se toca sobre as coisas. Pensa em poesia e arte, pensa na masturbação intelectual.
Mentira que poesia é masturbação. Que se depressie todas as respostas vindas pela arte, o mundo me perde cada vez mais porque pensa assim.
Mas o mundo que me perde é esse feito de homem social construído e determinado pela comunidade. Porque o limite das condições materiais existem, mas de maneira nenhuma tiram a minha liberdade de tentar.
Tentar a mudança das coisas...
Porque neste mundo feito de possibilidades, aqui estou eu, como um projeto do acaso e demonstrando que Deus joga dados. E a patir do empirismo, posso tudo!
A ficção me traz a liberdade, mesmo que ela se limite...mas que sempre exista a intenção.
Mentira que poesia é masturbação. Que se depressie todas as respostas vindas pela arte, o mundo me perde cada vez mais porque pensa assim.
Mas o mundo que me perde é esse feito de homem social construído e determinado pela comunidade. Porque o limite das condições materiais existem, mas de maneira nenhuma tiram a minha liberdade de tentar.
Tentar a mudança das coisas...
Porque neste mundo feito de possibilidades, aqui estou eu, como um projeto do acaso e demonstrando que Deus joga dados. E a patir do empirismo, posso tudo!
A ficção me traz a liberdade, mesmo que ela se limite...mas que sempre exista a intenção.
Assinar:
Postagens (Atom)